quarta-feira, 13 de julho de 2011

Dia do Cantor


    Quem canta seus males espanta, já diz o ditado popular. Além de espantar os males, é capaz de reunir multidões. E é por isso que o cantor faz tanto sucesso: no uso de sua bela voz, diverte o público e ajuda a trazer a lembrança momentos, pessoas, lugares. Alguns comemoram o dia do cantor no dia 13 de julho (hoje), outros consideram o dia 27 de setembro. Mas para o vocalista isso não importa: o que vale é celebrar, cantar.
    Na música, um cantor, ou vocalista, é o músico que canta, ou seja, usa a voz como seu instrumento musical. Um cantor principal, ou solista, é aquele que canta a voz primária de uma música, enquanto o cantor de apoio (ou, o grupo coral) canta a voz de apoio (ou, a parte do canto coral) de uma música.
    A Lei Nº 3.857, de 22/12/1960, dispõe sobre a regulamentação do exercício da profissão de músico e para tal foi criada a Ordem dos Músicos do Brasil. É ela que exerce, em todo o país, a seleção, a disciplina, a defesa da classe e a fiscalização do exercício da profissão do músico, mantidas as atribuições específicas do respectivo sindicato.
    O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) reconhece a ocupação como ‘Músico intérprete cantor’ e registra atualmente 797 em todo o país. Número pequeno para a multidão de profissionais que se vêem nos bares, festas e shows. Isso porque muita gente acha que para ser músico não precisa ter registro. Embora não seja obrigatório, o registro é importante para aqueles que desejam seguir a carreira.

Dia do Engenheiro de Saneamento


    O dia 13 de julho consta do calendário nacional como o Dia do Engenheiro de Saneamento após o Decreto número 53.697/64 ser assinado pelo presidente João Goulart. A data foi instituída no mesmo dia em que o Departamento Nacional de Obras de Saneamento foi transformado em autarquia.
    E em tempos de preocupação global com a escassez de água, e considerando ainda que o Brasil é detentor de uma das maiores reservas hídricas do planeta, o trabalho dos engenheiros de Saneamento ganha ainda mais relevância e responsabilidade.
    Cadastrados nos Conselhos Regionais de Engenharia e Arquitetura (CREAs) há 2.458 profissionais, somados àqueles que são apenas Engenheiros Sanitaristas ou Engenheiros Sanitaristas e Ambientais. Destes, 2.396 exercem a profissão em empregos formais, segundo dados mais recentes da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS-2007) do Ministério do Trabalho e Emprego.
    A Resolução do Confea 310/86 define o Engenheiro de Saneamento como aquele profissional que desenvolve atividades relacionadas com sistemas de abastecimento de água, incluindo captação, adução, reservação, distribuição e tratamento de água; sistemas de distribuição de esgoto em soluções individuais ou sistemas de esgotos, incluindo tratamento; coleta, transporte e tratamento de resíduos sólidos (lixo); controle sanitário do ambiente, incluindo o controle de poluição ambiental; controle de vetores biológicos transmissores de doenças, como insetos e roedores; instalações prediais hidrossanitárias; saneamento de edificações e locais públicos, tais como piscinas, parques e áreas de lazer, recreação e esporte em geral; e saneamento dos alimentos.
    Há 400 anos os egípcios já conheciam técnicas de tratamento da água. Dois mil anos antes de Cristo, os persas já se preocupavam com a preservação dos recursos naturais, proibindo o lançamento de excretas nos rios. Milênios antes da Era Cristã, chineses e japoneses já tratavam a água para consumo.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Dia do engenheiro Florestal

    O engenheiro florestal tem um vasto e importante campo de atuação. Ele estuda e faz projetos para a preservação dos recursos renováveis e para a conservação de ecossistemas. Além de elaborar relatórios de impacto ambiental das atividades humanas em áreas de florestas, pode planejar e executar obras e serviços técnicos em engenharia rural em construções para fins florestais.
    Ele também estuda e faz projetos de aproveitamento racional de florestas e de reflorestamento, fazendo inventário florestal para manejo e melhoramento de florestas naturais e plantadas, pesquisando até a produção de sementes e de mudas para melhorar as características das plantas. Na indústria de móveis, de papel e celulose, por exemplo, elabora os projetos de plantio e reflorestamento das espécies mais adequadas.
    Também poderá atuar em atividades ligadas à ecologia e defesa sanitária, administração e desenvolvimento de estudos para preservar e conservar os parques e reservas naturais e, é claro, atividades de ensino e pesquisa ligadas à sua área de formação.

domingo, 10 de julho de 2011

Dia da Pizza

    O Dia da Pizza é comemorado desde 1985 em São Paulo. A data foi instituída pelo então secretário de turismo, Caio Luís de Carvalho, por ocasião de um concurso estadual que elegeria as 10 melhores receitas de mussarela e margherita. Empolgado com o sucesso do evento, ele escolheu a data de seu encerramento, 10 de julho, como data oficial de comemoração da redonda.
    A história da pizza começa na Roma de César, antes da Era Cristã. Conta-se que os nobres desta época comiam o pão de Abraão, uma massa de farinha, água e sal que vai ao forno bem forte. A ele eram acrescidos ervas e alho. Essa mistura era chamada de Piscea.
    A variação das coberturas foi se amadurecendo com o passar dos anos, até que o tomate chegou à Europa trazido por Cristóvão Colombo e daí para frente o pomodoro foi incorporado totalmente à receita. Houve época em que essa iguaria era comida no café da manhã e vendida por ambulantes.

sábado, 9 de julho de 2011

Alexandria’s Genesis, conhecido também como “olho violeta” (uma mutação genética).

Quando alguém nasce com Alexandria’s Genesis, seus olhos são azuis ou cinza no nascimento. Após seis meses, os olhos começam a mudar de sua cor original ao roxo, e esse processo dura seis meses. Durante a puberdade, a cor se aprofunda ao roxo escuro, uma cor arroxeada, um roxo real, ou um azul-violeta e permanece assim. Ela não afeta a visão da pessoa. Mulheres que nascem com essa mutação genetica não menstruam, mas são totalmente férteis.

Dia da Revolução e do Soldado Constitucionalista


    A revolução explodiu no dia 9 de julho de 1932 e durou três meses, foi uma revolução de paulistas que lutavam contra a ditadura de Getúlio Vargas e por uma constituição para o país. A Revolução Constitucionalista ou Revolução de 32, teve seu estopim ainda na eleição de 1930. Júlio Prestes de Albuquerque que acusava irregularidades no pleito em que fora derrotado por Getúlio Vargas.
    Ao estabelecer governos provisórios, o caudilho substituiu os presidentes de Estado por interventores federais, que se prolongou indefinidamente, sem que medidas objetivas fossem tomadas no sentido de democratizar o país. Inconformados com a situação, os paulistas exigiam de Vargas uma constituição para o Brasil, da qual estavam privados desde 1930.
    Como todas as outras Leis dependem da constituição, e só podem ser feitas de acordo com ela, nem os paulistas nem os brasileiros em geral tinham garantido os seus direitos, estando portanto sujeitos a toda sorte de arbítrios, o principal inimigo da liberdade. São Paulo tinha razão. Todo dia 9 de julho São Paulo festeja O Dia do Soldado Constitucionalista, mas o dia 23 de maio de 1932 também foi determinante para os revolucionários.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Dia do Panificador

    Hoje é dia de Santa Isabel, padroeira dos panificadores.
    Por isso, neste dia é comemorado também o Dia do Panificador, conhecido popularmente como padeiro.
    A panificação é uma atividade muito antiga. Os primeiros pães foram assados sobre pedras quentes ou debaixo de cinzas. A utilização de fornos de barro para cozimento dos mesmos começou com os egípcios, sendo atribuída a eles também a descoberta do acréscimo de líquido fermentado à massa do pão para torná-la leve e macia.
    Na mesma época, os judeus também fabricavam pães, porém sem fermento, pois acreditavam que a fermentação era uma forma de putrefação e impureza. A Jeová só ofereciam pão ázimo, sem fermento, o único que consomem até hoje na Páscoa.
    Na Europa o pão chegou através dos gregos. O pão romano era feito em casa, pelas mulheres, e depois passou a ser fabricado em padarias públicas. Foi aí que surgiram os primeiros padeiros. Com a queda do Império Romano, as padarias européias desapareceram, retornando o fabrico doméstico do pão na maior parte da Europa.
    No século XVII, a França tornou-se o centro de fabricação de pães de luxo, com a introdução dos modernos processos de panificação. Depois, a primazia no fabrico de pão passou a Viena, Áustria.
    A invenção de novos processos de moagem da farinha contribuiu muito para a indústria de panificação. Durante o processo de evolução da fabricação de pães foram utilizados para triturar grãos de trigo, os moinhos de pedra manuais, os movidos por animais, os movidos pela água e, finalmente, pelos moinhos de vento. Apenas em 1784 apareceram os moinhos movidos a vapor. Em 1881, com a invenção dos cilindros, a trituração dos grãos de trigo e, conseqüentemente, a produção de pães foi aprimorada consideravelmente.
    De acordo com o sociólogo e antropólogo Gilberto Freyre, o Brasil conheceu o pão no século XIX. Antes do pão, o que se conhecia, em tempos coloniais, era o biju de tapioca. No início, a fabricação de pão, no país, obedecia a uma espécie de ritual próprio, com cerimônias e cruzes nas massas. Foi com a chegada dos imigrantes italianos que a atividade da panificação começou se expandir.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Dia da criação do IBGE

    O IBGE é o principal provedor de dados e informações do país, atendendo às necessidades não só dos mais diversos segmentos da sociedade civil, como também dos órgãos dos âmbitos federal, estadual e municipal. 
    O IBGE oferece uma visão completa e atual do país, ao desempenhar suas principais funções:

  • Produzir e analisar as informações estatísticas;
  • Coordenar e consolidar essas informações;
  • Produzir e analisar as informações geográficas;
  • Coordenar e consolidar essas informações;
  • Estruturar e implantar um sistema de informações ambientais;
  • Documentar e disseminar todas as informações colhidas;
  • Coordenar os sistemas estatístico e cartográfico nacionais.