domingo, 12 de junho de 2011

Dia do Correio Aéreo Nacional

    No dia 12 de junho é comemorado o dia do can-correio aeréo nacional, que também já foi chamado de Correio Aéreo Militar e de Correio Aéreo Naval. O CAN entrou em operação  em 12 de junho de 1931, quando os tenentes do Exército, Casimiro Montenegro Filho e Nelson Freire Lavenère-Wanderley, da Aviação Militar, fizeram a primeira viagem, partindo do Rio de Janeiro com uma mala postal contendo duas cartas, em direção a São Paulo. Devido ao vento forte vento, a viagem levou mais do que as duas horas previstas. Já era noite quando chegaram. Sem conseguir localizar o campo de pouso, os militares foram aterrissar na pista do Jóquei Club da Mooca. De lá, pegaram um táxi até a Estação Central dos Correios, quando, finalmente, puderam entregar a mala postal.
    A partir deste vôo pioneiro, outras linhas foram sendo criadas com novos roteiros: MatoGrosso, Ceará, Minas Gerais, Ceará..., até chegar à região amazônica em 1935. Em 1958, o CAN passou a operar os aviões-anfíbios Catalina, nas linhas para a Amazônia, aumentando enormemente a sua capacidade  de atendimento.  Hoje, esta instituição presta os mais relevantes serviços onde o progresso não chegou, levando víveres, medicamentos, atendimentos médico e odontológico, e até água potável. Paralelo à todos estes serviços essenciais, existe a Operação Misericórdia, acionada quando um índio ou militar estiver em risco de vida.
    Atribui-se ao Brigadeiro Eduardo Gomes, o mérito pela superação de inúmeras dificuldades estruturais e econômicas do CAN. Como reconhecimento, em 6 de novembro de 1984, este oficial foi proclamado “Patrono da Força Aérea Brasileira”. Já o  Tenente-Brigadeiro Nelson Freire Lavenère-Wanderley, que estava no primeiro vôo, foi proclamado “Patrono do Correio Aéreo Nacional”, em 12 de junho de 1986.

sábado, 11 de junho de 2011

Dia do Educador Sanitário

    Muitas doenças podem ser evitadas com alguns cuidados simples como boa alimentação, higiene pessoal, evitar o contato com pessoas portadoras de doenças contagiosas, tomar todas as vacinas.
    Orientar as pessoas quanto a estes procedimentos é o papel do Educador Sanitário.
    Ele deve fazer palestras para as pessoas menos esclarecidas.
    Nossa saúde pode ser prejudicada pelas doenças causadas por microorganismo ou micróbios, vírus, bactérias e protozoários. Outras são transmitidas por parasitas, que são os vermes, ou por contágio direto ou indireto. Mas todas essas doenças podem ser evitadas com os conselhos simples, mas importantíssimos deste Educador.
    Para ser Educador Sanitário é necessário formação e capacitação em dois níveis fundamentais:
Ser pessoa rica em valores, equilíbrio psicológico e emocional, aberta e disponível, capaz de ouvir, dialogar e trabalhar em equipe.

Dia da Marinha Brasileira

    A Marinha é de extrema importância para o país, que possui uma fronteira marítima com mais de 8.500 km - cerca de quatro mil milhas. Temos 16 portos principais e 4 grandes terminais, por onde circulam mais de 26 mil navios por ano.
    Três quartos da carga transportada pelos navios em nosso território é referente ao comércio exterior. Por outro lado, 95% de todo o comércio exterior do Brasil passa, em algum momento, por linhas de comunicações marítimas.

    Por tudo isso, um dia é pouco para comemorar a importância da Marinha para o país.
Mas essa importância não se dá apenas nos dias de hoje. Já se pode falar de Marinha no Brasil desde 1567, nas lutas para defender o território brasileiro.
    Muitos embates se deram no mar, inclusive com utilização de meios navais indígenas.
Outras batalhas foram travadas para expulsar os franceses que estabeleciam colônias na costa brasileira no século XVII e o papel das esquadras marítimas foi fundamental, principalmente entre os anos de 1610 e 1615.
    Demorou um pouco mais para o Brasil constituir sua própria esquadra, independentemente de Portugal.
Em 1823, a Marinha desempenhou importante papel para a consolidação da independência, pois foi a responsável pela formação da primeira esquadra brasileira.
    Com ajuda da marinha inglesa, a frota brasileira conseguiu recuperar o Norte, o Nordeste e a Província Cisplatina ao território do país.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Dia da Raça

    Olhando o mundo em que vivemos, cada vez mais percebemos como nasce, nas pessoas e nos grupos, a consciência da necessidade de aprender a conviver com as diferenças, desde que a humanidade queira sobreviver. O fenómeno da globalização faz com que os “vários mundos” estejam uns dentro dos outros, colocando os vários sujeitos culturais em permanente encontro, confronto ou desencontro. Dentro dessa realidade, acredito que uma comunidade multicultural pode contribuir para reforçar e visualizar alguns aspectos que ajudam no processo de humanização das pessoas, seja na dimensão humana ou social.
     Recuso-me a aceitar que o multiculturalismo seja utilizado como o bode expiatório para encobrir falhas, pontuais mas tremendas, de políticas de urbanização e imigração, cometidas por alguns estados e cidades Europeias, os bairros sociais, autênticas fábricas de ódio,
exclusão e auto-exclusão.
    Atribuir a culpa ao conceito de multiculturalismo e pensarmos que não existe mérito na compreensão da diferença com os nossos vizinhos, é chauvinista e perigoso, para além de ser um contra-senso no contexto da globalização e da aldeia global.
    O nacionalismo, como a história nos mostra com redundância, é um objecto muito perigoso, e catalisa uma reacção bárbara perante a diferença. O virar de costas ao conhecimento filosófico, ideológico ou espiritual de outras culturas, é pura miopia e autismo social.
Os eventos, sobretudo os culturais, têm a missão de manter vivo e testemunhar o sentido da comunhão entre os povos e suas culturas.
     Incumbe a cada um de nós explorar o melhor das nossas diferenças para o benefício de todos e estabelecer um clima de confiança, em vez de suspeição.
    Foi esta a lição que hoje um grupo de jovens de Loures me deram, não esperaram sentados e mesmo contra as adversidades e autismo dos organismos oficiais, os Eclodir Azul levaram a efeito um espectáculo multicultural a que chamaram “O Mundo numa Cidade”.
    Hoje dia 10 de Junho feriado nacional a que Cavaco Silva num lapso de saudosismo chamou de   “Dia da Raça” expressão criada por Salazar no Estado Novo, eu contrariamente às muitas vozes que se insurgiram contra o nosso Presidente, dou-lhe razão, pois ao assistir a este evento no Museu do Conventinho em Loures, vivi o verdadeiro dia da raça. A raça destes jovens que tiveram a ousadia de criar um espectáculo deslumbrante de cor luz ritmo e alegria, entre culturas tão dispares e tão próximas como as da Ucrânia de Cabo Verde ou da Guiné os ritmos de Portugal e do mundo, os sons de ontem e de hoje. -Sim… eu vi a raça dos músicos, a raça dos bailarinos, a raça das crianças que ás dezenas brincavam alegremente nos jardins do Conventinho, perante o olhar atento de um pequeno batalhão de polícias, “sim porque isto de misturar culturas num bairro tão perigoso com Stº. Antº. dos Cavaleiros, podia dar para o torto…”.
     Hoje o 10 de Junho em Loures pode não ter sido o dia da raça, mas foi sem sombra de duvida um dia com “RAÇA”, a raça dos jovens das periferias que acreditam que é possível um mundo melhor e querem ter um papel activo na sua criação! As jovens da Loures Criativa, os jovens da Eclodir Azul e todos aqueles que contribuíram para a realização deste evento, estão de parabéns pela sua raça em ousar criar. Hoje em Loures o Eclodir não foi Azul isso seria demasiado redutor, “O Mundo numa Cidade”  foi policromático, o meu dia de Camões teve a raça de um Eclodir Arco-íris.

Dia da Língua Portuguesa

    Hoje cerca de 250 milhões de pessoas falam Português no mundo. No Brasil estão 80% desses falantes.
    O português é a língua oficial em Portugal, Ilha da Madeira, Arquipélago dos Açores, Brasil, Moçambique, Angola, Guiné-Bissau, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe. É a quinta língua mais falada do planeta e a terceira mais falada entre as línguas ocidentais, atrás do inglês e do castelhano. Por toda essa importância, seu ensino é obrigatório nos países que compõem o Mercosul.
    Não oficialmente, o português também é falado por uma pequena parte da população em Macau (território chinês que foi até 1999 administrado pelos portugueses); no estado de Goa, na Índia (que foi possessão portuguesa até 1961) e no Timor Leste, na Oceania (até 1975 administrado pelos portugueses, quando então foi tomado pela Indonésia, atualmente é administrado pela ONU).
    O fato de a língua portuguesa estar assim espalhada pelos continentes deve-se à política expansionista de Portugal, nos séculos XV e XVI, que levou para as colônias essa língua tão rica, que se misturou a crenças e hábitos muito diversos, e acabou simplificada em vários dialetos. São chamados de crioulos os dialetos das colônias européias de além-mar.
    A língua portuguesa tem origem no latim vulgar, oral, que os romanos introduziram na Lusitânia, região situada ao norte da Península Ibérica, a partir de 218 a.C..
    Com a invasão romana da Península Ibérica, em 218 a.C., todos aqueles povos, exceção dos bascos, passaram a conviver com o latim, dando início ao processo de formação do espanhol, português e galego. Esse movimento de homogeneização cultural, lingüística e política é denominado romanização. Até o século IX, a língua falada era o romance, um estágio intermediário entre o latim vulgar e as modernas línguas latinas, como o português, o espanhol e o francês. Essa fase é considerada a pré-história da língua.
    Do século IX ao XII, já se encontram registros de alguns termos portugueses em escritos, mas o português era basicamente uma língua falada. Do século XII ao XVI foi a fase arcaica e do século XVI até hoje, a moderna. O fim do período arcaico é marcado pela publicação do Cancioneiro Geral de Garcia de Resende, em 1516. O português em Os Lusíadas, de Luís de Camões (1572), tanto na estrutura da frase quanto na morfologia (o aspecto formal das palavras), é muito próximo do atual

Dia da Artilharia


    Emílio Luís Mallet, nascido francês, brasileiro por amor e opção, artilheiro por vocação e patrono pela exemplar bravura de soldado.
    Aos 18 anos, chega ao Brasil com excepcional bagagem cultural: Matemática na escola na Escola Militar de Saint-Cyr, França, e Humanidades, na Bélgica. D. Pedro I convida-o a alistar-se nas fileiras do Exército Nacional, em vias de organização.
    Matriculado na Academia Militar do Império, no Curso de Artilharia, jura a Constituição Imperial, adquirindo a nacionalidade brasileira.
    Foi em terras sulinas que viveu o maior período de sua vida militar. Na Campanha Cisplatina, entrou em combate. Seu batismo de fogo aconteceu na Batalha do Passo do Rosário, em 1827, quando se revelou um guerreiro dotado de extrema coragem e notável liderança. Nesse episódio, ao assumir o comando de quatro baterias, substituindo seus comandantes feridos, o Tenente Mallet galgou ao posto de capitão por sua iniciativa e atuação enérgica.
    A inesperada crise política de 1831, ocorrida na Corte, rende-lhe a primeira injustiça. Com a abdicação de D. Pedro I, é demitido do serviço militar por não ser brasileiro nato, com base em lei votada sete anos após ter escolhido o Brasil para ser sua Pátria e lutado sob sua Bandeira.
    Eclode o Movimento Farroupilha e, apesar de tudo, oferece-se para integrar as forças legais, o que é aceito pelo governo imperial. Apaziguado o conflito, é novamente afastado da tropa.
    Somente em 1851, quando participou como voluntário das lutas contra o restabelecimento do Vice-Reinado do Prata, é reintegrado ao Exército no posto de major, em ato de justiça e reconhecimento.
    Por sua atuação em Monte Caseros e, posteriormente, em Paissandu, onde sua artilharia bombardeou o inimigo durante 52 horas ininterruptas, fator decisivo para a rendição daquela praça de guerra, Mallet recebeu a Medalha de Ouro da Campanha do Estado Oriental do Uruguai e de Oficial da Ordem Imperial da Rosa.
    O homem, o soldado, o comandante tornava-se um mito para seus comandados e um exemplo para seus pares e comandantes.
    Ao lado de Caxias, Osorio, Sampaio, Cabrita e tantos outros, peleja arduamente nos sítios da Guerra da Tríplice Aliança, restabelecendo e reafirmando nossa soberania.
    Em Tuiuti, no comando do 1º Regimento de Artilharia a Cavalo, sobressaiu-se por sua inesgotável energia e capacidade profissional. Ante surpreendente carga de cavalaria inimiga contra as posições aliadas e a impossibilidade de reação adequada pelos elementos avançados, a artilharia responde com uma impressionante cadência de tiro – a artilharia revólver de Mallet – que, apoiada em um profundo poço de proteção construído à frente das posições, sustou oito vagas de assalto dos adestrados esquadrões inimigos. “Eles que venham… por aqui não passarão!” E não passaram. Mais uma vez evidencia-se sua reconhecida capacidade profissional.
    Aos 65 anos, promovido a coronel, por bravura, recebe o comando da Brigada de Artilharia, à frente da qual palmilha quase todo o território paraguaio. Desde a estóica Travessia do Chaco e a ocupação de Assunção, às vitórias de Itororó, Avaí, Lomas Valentinas, Angustura e Peribebuí, a Artilharia de Mallet constituiu fator indispensável para a vitória.
    Quando a guerra entrou em sua última fase, Mallet é alçado ao Comando Geral da artilharia para conduzi-la na vitoriosa e decisiva Campanha da Cordilheira. É promovido a Brigadeiro e agraciado com a Medalha do Mérito Militar e a Medalha Geral da Campanha do Paraguai.
    Encerrava-se, em campanha, uma brilhante carreira de soldado. Admirado e respeitado por todos, incorporava as grandes virtudes de chefe militar. O extremo cuidado com seus subordinados e rigoroso zelo com o material – “com a mão enluvada em pelica branca, inspecionava a culatra das peças da artilharia” – personificaram em Mallet o espírito dos artilheiros de todas as gerações.
    Fidalgo em Dunquerque, entrou para a nobiliarquia brasileira com o título de Barão de Itapevi. Seu brasão contém o símbolo glorioso da artilharia, de chama ardente e viva, tal qual o invicto Patrono acendeu no coração e na alma de seus subordinados e que, hoje, inspira seus discípulos de arma.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Dia da Imunização

    A maioria das pessoas já recebeu algumas doses de vacinas durante a vida.
    Desde crianças estamos acostumados com o ritual das gotinhas e agulhas. Agradável ou não, o fato é que são necessárias e são elas que promovem a imunização.
    Imunizar é tornar o organismo resistente e capaz de reagir à presença de certos agentes (doenças, venenos de animais e outros).
    Nós temos dois tipos de imunidade: a natural, desenvolvida pelo próprio organismo e que protege as pessoas contra infecções e doenças, e a imunidade adquirida, aquela que o organismo desenvolve após receber vacinas e soros (imunização passiva).
    A vacina é uma substância não reagente, geralmente feita do vírus da doença, morto ou inoculado, que é injetado no corpo humano ou de animais. O corpo não reconhece que o vírus está morto e vai fabricar substâncias que vão combatê-lo. Assim quando o organismo estiver suscetível ao contágio da doença, ele já terá criado anticorpos para defendê-lo.

Dia do Tenista

    Presume-se para o tênis ou outro jogo que foi seu precursor, uma origem remotíssima, com vestígios nas civilizações egípcia e persa, muitos séculos antes de Cristo. Entretanto, como origem histórica, aponta-se a criação na Índia, no ano de 1874, do jogo então denominado SPHAIRISTIKE, pelo major Walter Clopton do exército britânico, que patenteou o jogo baseado no “longue-paume”, jogo praticado na França nos séculos XV e XVI. Clopton inspirou-se neste jogo para criar o tênis e, após a boa receptividade do SPHAIRISTIKE na Índia, foi o mesmo levado para a Inglaterra, onde iniciou sua evolução técnica, transformando-se no “law-tenis”, e daí chegando ao ponto em que hoje se encontra. O “law-tenis” era praticado em terrenos gramados e dele, como se disse, surgiu o tênis moderno. A maior competição de tênis do mundo é o Campeonato de Wimbledon, lançado em 1877.
    A partir de 1922, com a instituição do campeonato sul-americano individual e por equipes (Taça Mitre), o tênis cresceu bastante. Posteriormente, recebeu novo impulso, a partir de 1948, com o campeonato sul-americano individual e por equipes para juvenis (Taça Patino).
    A exemplo do futebol, o tênis foi introduzido no Brasil pelos ingleses, no Rio Cricket Atletic Association, no final do século dezenove, antes da prática do futebol no País. O profissionalismo no tênis surgiu no ano de 1950, por iniciativa de Jack Kramer.
    O tênis é jogado individualmente (simples) ou em duplas. No Brasil, o esporte é dirigido pela Confederação Brasileira de Tênis e tem federações especializadas em vários Estados.

Dia do Porteiro

   O Porteiro está presente nas entradas e saídas de edifícios residenciais e comerciais, empresas, indústrias, escolas, hotéis, escritórios e outros.

    Sua função é vigiar a entrada e saída de pessoas e automóveis nesses locais, bem como chamar a atenção daqueles que perturbam a ordem do local ou abusam de seus direitos.
    Em muitos edifícios, o Porteiro é responsável também por entregar correspondências, prestar informações e encaminhar os visitantes ao local pretendido.
    Suas funções são definidas por quem comanda o edifício, em geral, o síndico.
    Porteiros de prédios de apartamentos são muito comuns no Brasil, mais ainda nas nossas grandes cidades.
    Porém não os encontramos tanto em outros países, ou mesmo em cidades brasileiras menores, com as mesmas funções que exercem por aqui.
    A habilidade para estar atento a tudo o que acontece vem mesmo da característica pessoal de cada um, e é o fator determinante para se sair bem nessa profissão: prestar atenção ao que acontece a sua volta.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Dia do Citricultor

    A citricultura é a cultura de frutas cítricas, como a laranja, a tangerina e o limão.
    O dia do Citricultor foi criado em 1969. De lá pra cá, a citricultura brasileira se desenvolveu muito: a tecnicidade e a capacitação trouxeram certa estabilidade e respeito para o setor, que hoje é um motivo de orgulho para a economia brasileira.
    Um dos desafios da citricultura é o manejo dos pomares, pelos cuidados que exigem as frutas. A laranjeira é uma planta que necessita de tratos intensivos, investimentos e técnica para, somente após quatro anos, começar a produzir.
    Assim, essa cultura demanda maquinário e tecnologia para garantir a qualidade dos produtos, coisa que o país está disposto a concretizar com altos investimentos no setor.